Certamente, você já ouviu alguma vez a expressão “revolução digital”. O termo se refere, de modo resumido, às inúmeras transformações socioculturais que vivenciamos em decorrência dos avanços tecnológicos.

Como não podia ser diferente, essa verdadeira revolução impacta diretamente, e numa velocidade espantosa, os rumos da educação!

No entanto, vale a pena alertar que não basta somente inserir a tecnologia nas salas de aula. Para obter resultados positivos, ou seja, para se adequar a essa nova realidade e estabelecer um diálogo efetivo com os estudantes de hoje (crianças e jovens nascidos e criados na era digital), é necessário modificar a forma como pensamos o processo de ensino-aprendizagem.

Repensar aquela velha concepção de educação em que apenas o professor detém o conhecimento e repassa os conteúdos é um bom início de caminho.

Para quem topa o desafio, a introdução de ferramentas digitais na rotina escolar promete uma série de benefícios: o enriquecimento das práticas pedagógicas, o estímulo à autonomia e à produção de conhecimento, a melhoria do desempenho e da comunicação entre professores e alunos são alguns deles.

Ainda não está convencido da importância da tecnologia nas escolas? Selecionamos abaixo 6 motivos para não ter medo da inovação. Continue a leitura!

1. Torna as aulas mais interessantes

Uma das principais razões dos alunos terem dificuldades de aprendizagem é que os conteúdos despertam pouco interesse. Sem estímulo, não há participação, e, sem participação, não há aprendizado!

É exatamente nesse ponto que reside a primeira vantagem do uso de recursos tecnológicos: aprender deixa de ser um ato chato, monótono e cansativo; muito pelo contrário, se torna algo criativo, envolvente e estimulante! Como consequência, temos estudantes muito mais curiosos e engajados nas atividades propostas em sala de aula.

As possibilidades vão desde a utilização da internet para pesquisa até criações audiovisuais coletivas feitas por meio do celular, isso sem falar no emprego de dinâmicas baseadas em jogos disponíveis por aplicativos — a chamada “gamificação”. O que importa mesmo é utilizar a tecnologia como uma ferramenta, isto é, orientada por um propósito educativo.

2. Melhora o desempenho dos alunos

O índice de desempenho dos alunos é muito mais um dado qualitativo do que quantitativo, quer dizer, ele possibilita o acompanhamento do aprendizado, com vistas a torná-lo mais consistente e satisfatório.

Muitos recursos tecnológicos colaboram na identificação de problemas e dificuldades de aprendizagem — individual ou coletiva. Reconhecer os pontos fortes e fracos de cada aluno (ou turma) permite aos professores estabelecerem uma educação personalizada, com metodologias e estratégias diferenciadas.

O proveito dessa adaptação é despertar um maior interesse pelos estudos, o que eleva tanto a produtividade quanto o desempenho.

3. Aumenta a interação entre professores e alunos

É preciso ter no horizonte que a implementação da tecnologia nas escolas serve para complementar e aperfeiçoar a prática docente. Logo, não há a intenção de substituir as relações presenciais pelas relações virtuais.

Longe disso, o uso dos recursos digitais está à serviço do conhecimento intelectual, afetivo e social o que não existe sem o estímulo devido à socialização entre docentes e discentes, entre os próprios discentes e entre as famílias.

Se usada dentro do contexto escolar, a tecnologia pode aproximar os conteúdos a serem transmitidos com aquilo que os alunos experimentam na vida real. É notável o estreitamento da relação entre professor e aluno, visto que ambos passam a compartilhar significados, ou melhor, a “falar a mesma língua”.

4. Oferece acessibilidade

Os recursos tecnológicos popularizaram o acesso à informação, o que torna a estrutura do ensino mais democrática, na medida em que antes ele estava totalmente restrito ao espaço físico da escola. Atualmente, quem quer que possua um celular ou computador com internet consegue entrar em contato com uma fartura inimaginável de informações.

Essa maior acessibilidade permite a realização de pesquisas para trabalhos escolares e a complementação dos conteúdos apreendidos em aula, o que dinamiza o aprendizado e amplia as possibilidades e descentraliza a produção de conhecimento.

5. Estimula a autonomia e a construção do conhecimento

Não há como forçar alguém a aprender se a própria pessoa não estiver interessada e envolvida com isso. Desse modo, as aulas mais produtivas são aquelas que não só despertam a curiosidade dos alunos, mas que os colocam na posição de protagonistas de sua aprendizagem.

Para que haja conhecimento, é preciso haver construção e não meramente conteúdo transmitido; em outras palavras, é necessário que o estudante assuma papel ativo na aquisição do saber. As ferramentas digitais, como já dissemos, promovem uma maior autonomia de pensamento, pois estimulam a investigação, a experimentação, a troca de informações etc. Nessa chave, o professor abre mão do “monopólio” do conhecimento, permitindo surgir espaço para o diálogo e para criação conjunta.

6. Aumenta a qualidade da educação

O esgotamento das antigas fórmulas didáticas torna urgente a descoberta de novos caminhos para o ensino. Como foi dito, a inserção da tecnologia nos espaços escolares não basta por si só. Porém, o seu grande trunfo é impulsionar a formação contínua do corpo docente, transformando-o em profissionais comprometidos com o aperfeiçoamento do processo educativo.

Em outras palavras, a busca dos educadores por novas metodologias, práticas e estratégias pedagógicas tem por finalidade refletir a realidade de seus alunos, o que os leva, indubitavelmente, à utilização mais frequente de um instrumental tecnológico. Isso aumenta as chances de alcançarem o seu objetivo final, que é promover uma educação efetiva e de qualidade!

Novidades surgem a todo momento, mas há experiências concretas do uso da tecnologia nas escolas que têm apresentado resultados muito positivos  um dos maiores exemplos disso são os laboratórios de robótica. De forma interdisciplinar, a robótica educacional torna mais acessível os conteúdos curriculares, além de promover o desenvolvimento de múltiplas habilidades, como o raciocínio lógico, a criatividade e o trabalho colaborativo.  

É natural ter receio diante de tanta inovação, mas o fundamental é perceber que a tecnologia tem muito a contribuir com a educação das crianças e jovens dessa geração que já nasceu “conectada”!

Se interessou pelo assunto ou ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco! Será um prazer conversar mais sobre essa temática que tem nos estimulado tanto.   

Centro Educacional Logos
Autor

Tudo que você precisa saber sobre educação de qualidade para construir um futuro melhor.

Escreva um comentário

WhatsApp
Compartilhar
Twittar
Email