Ao longo dos anos, muitas mulheres marcaram revoluções em diferentes campos. Suas histórias são lembradas durante o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, mas a importância de suas ideias deve ser comemorada ao longo de todo ano.

A trajetória da mulher na educação brasileira

É extraordinária a trajetória de desenvolvimento das mulheres brasileiras nos últimos séculos, elas detêm a maioria de todos os níveis de ensino e mostram participação no ensino superior.

É certo que as mulheres ainda são minoria no ensino superior, mas a participação delas aumenta, a cada ano, uma taxa 5% superior a dos homens.

Na educação, a presença feminina é enorme. De acordo com o Censo Escolar de 2018, realizado pelo Ministério da Educação (MEC), 80% dos 2,2 milhões de professores da educação básica no Brasil são mulheres.

No ensino superior, esse número também é muito alto, quase igual ao número de professores do sexo masculino. De acordo com o Censo da Educação Superior de 2016, entre os 39,7 mil professores das redes privada e pública, as mulheres representavam cerca de 45%.

Para homenageá-las, trouxemos três mulheres muito importantes na história da educação. Vamos lá!

Marie Curie

 A cientista polonesa Marie Curie (1867-1934) formou-se em matemática e física pela Universidade francesa Sorbonne. Junto com seu marido Pierre Curie, ela foi responsável pela descoberta dos elementos químicos Polônio (nome em homenagem aos seus pais) e Rádio. Desde então, iniciou o estudo da Radioatividade.

Ela ganhou o Prêmio Nobel de Física, em 1903, e ganhou o Prêmio de Química, oito anos depois. Além de ser a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, ela também foi a primeira pessoa a ganhar dois prêmios Nobel.

Maria Felisminda

A arte-educadora Maria Felisminda de Rezende e Fusari é cofundadora do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE), da Universidade de São Paulo (USP). Por meio de suas pesquisas sobre a relação entre mídia e infância, trabalha em conjunto para ampliar a relação entre comunicação e educação diálogo. Fusari é um dos principais nomes da Educomunicação no Brasil.

Dorina Nowill

Dorina Nowill (1919-2009) ficou cega aos 17 anos, mas foi a primeira aluna de ensino regular da Escola Normal Caetano de Campos, onde se formou como professora, com especialização em educação para cegos na Universidade de Columbia, em Nova York.

Em 1946, Dorina criou a “Fundação do Livro do Cego Brasileiro” e em 1948 estabeleceu a primeira editora em braile a imprimir livros didáticos e outros documentos no idioma.

Dorina também liderou o “Movimento Nacional de Educação para Cegos”, do MEC, que criou os primeiros serviços de educação para cegos nos Estados Unidos. Ela também é responsável por garantir oportunidades de trabalho para deficientes visuais.

Apesar de termos selecionado três nomes, queremos parabenizar cada mulher que faz parte do nosso corpo colaborativo e desejar o melhor para as mães dos nossos alunos!

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