Todo ambiente com grande movimentação de pessoas está exposto a possíveis problemas que comprometem a sua segurança, como acidentes causados por enchentes, desabamentos, incêndios, além de furtos e assaltos. Por isso, é importante saber avaliar a segurança na escola.

Como os problemas podem ter diversas causas, é preciso pensar em uma prevenção que vai além das câmeras de segurança e vigias. Afinal, cada ambiente tem a sua particularidade e requer estratégias e equipamentos distintos, sendo importante mapear os pontos frágeis e discutir as melhores soluções para cada caso.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que você possa avaliar e garantir a segurança na escola do seu filho. Confira!

1. Central de segurança

É muito importante que a escola seja monitorada por uma boa central de segurança. Esse sistema deve ter monitoramento eletrônico com imagens das principais dependências da instituição. Para saber quais equipamentos devem ser utilizados, é preciso que um profissional qualificado faça uma análise técnica do local, avaliando critérios como custo, eficiência e capacidade operacional.

De todo modo, existem algumas áreas que devem ser vigiadas durante todo o período de funcionamento da escola para garantir a segurança de todos os envolvidos nas atividades diárias. Abaixo, você confere alguns exemplos.

  • quadras e demais áreas esportivas;
  • pátio;
  • biblioteca e almoxarifado;
  • recepção e secretaria;
  • sala dos professores;
  • corredores;
  • laboratórios
  • estacionamentos;
  • refeitórios;
  • vias públicas próximas à escola.

2. Alarmes e sensores

Os alarmes e sensores estão intimamente ligados à central de segurança na escola. Hoje, é possível instalar sensores perimetrais em volta do prédio da instituição e, quando alguém pula o muro ou se aproxima do local, o alarme toca imediatamente.

É fundamental que esse alarme esteja conectado a um centro de monitoramento que funcione 24 horas. Com o sinal, a equipe que tem acesso a todas as imagens deve conferir o local e, se necessário, entrar em contato com a rota ou com a polícia. Assim, é possível que, em poucos minutos, a segurança chegue rapidamente e não haja tempo para o infrator agir.

Além disso, esses equipamentos devem atuar em caso de incêndios no prédio escolar. Nesse caso, é importante que os professores saibam, também, como agir e para onde levar os alunos. As saídas de emergência devem ter fácil acesso e estarem sempre desbloqueadas.

3. Localização

Outro ponto importante que você deve considerar ao analisar a segurança na escola é a sua localização. Escolher uma instituição perto de casa pode ser interessante para evitar perda de tempo com o transporte, mas nem sempre é o ideal. Por isso, pense no bairro e na vizinhança da escola — para isso, é possível buscar dados de segurança e criminalidade com a polícia militar da sua cidade.

Conforme for, verifique se a instituição tem uma equipe de segurança atenta às redondezas do prédio. Uma boa opção é ter vigilantes em pontos estratégicos ou fazendo o monitoramento de carro pela região, principalmente no momento de entrada e saída dos alunos.

4. Apoio policial

A escola do seu filho conta com uma rede de apoio e proteção com as autoridades policiais? É muito importante que as instituições de ensino mantenham um canal de comunicação ativo e eficiente com a polícia da região. Dessa forma, é possível informá-los a respeito de qualquer suspeita sobre a ação de possíveis infratores.

É dever dos pais e responsáveis verificar se a administração escolar mantém esse contato. Em alguns estados, inclusive, o governo oferece patrulhas escolares, com a missão de prestar apoio e orientação aos colégios. Por isso, não deixe de verificar essa possibilidade e, se necessário, entre em contato com o gestor da instituição.

5. Controle de entrada e saída dos alunos

Uma das principais funções da segurança escolar é controlar o acesso de pessoas às dependências da escola, especialmente nos horários de entrada e saída de alunos. Como nem sempre os pais podem buscar os filhos, é necessário garantir que o estudante sairá sempre acompanhado por alguém autorizado.

Por isso, no início do ano letivo é preciso conversar e combinar com a instituição quem será o responsável pelos alunos — de preferência, essa autorização deve ser documentada. Assim, sempre que um desconhecido tentar retirar a criança ou o adolescente do ambiente escolar, os pais devem ser informados.

Outro ponto importante, especialmente em escolas de grande porte, é a confecção de carteirinhas que devem ser registradas sempre que o aluno entra ou deixa a instituição. Assim, além de manter a segurança, pais e professores têm um registro confiável das faltas.

6. Primeiros socorros

Não deixe de conferir a questão dos primeiros socorros antes de matricular o seu filho em um colégio. É importante verificar se a escola disponibiliza um estojo com alguns itens, que deve estar de acordo com as orientações das entidades especializadas em atendimento emergencial. Além disso, esse kit deve ser o mais completo possível e com produtos dentro da data de validade.

É interessante, inclusive, que a escola conte com profissionais capacitados para lidarem com crianças e adolescentes em situações de emergência, como salva-vidas, caso o local tenha piscinas. Por isso, procure saber se há algum funcionário com treinamento em primeiros socorros — o que pode ser essencial em algumas ocorrências com os alunos.

7. Inspeção das instalações

Por fim, observe se a escola faz uma inspeção rigorosa das suas instalações. Isso inclui verificar a condição do prédio e dos equipamentos. Se houver algum ponto que precisa ser melhorado, confira se os gestores já se organizaram para fazer todos os reparos necessários, antes que algum acidente ou dano ocorra.

É preciso lembrar que a segurança é responsabilidade de toda a comunidade escolar, e prevenir futuros problemas é a melhor forma de garantir um ambiente seguro. Por isso, não tenha receio de analisar todos os detalhes que achar imprescindíveis e ouça seus filhos, caso eles façam algum comentário sobre o assunto.

É importante saber que as medidas de segurança na escola precisam ser adequadamente planejadas e executadas para que funcionem corretamente e tenham a eficácia desejada. Por isso, os pais podem e devem cobrar das instituições de ensino medidas que garantam a proteção de alunos, professores e funcionários.

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